Para que casas de alvenaria?
Para que derrubar as lindas árvores centenárias de um terreno?
Não precisa mais de nada disso, vamos relembrar a infância de todos com lindas casas na árvore. Casa não mansões na árvore.
Vamos aproveitar a natureza e fazer coisas lindas com elas...










Com certeza irei aderir a essa idéia!!!
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Procuradora do Trabalho pede retirada de crianças de lixão em AL
Ação teve início depois da morte de menino que recolhia lixo.
Prefeitura diz que não tem como controlar acesso.
O Ministério Público do Trabalho, em Alagoas, pediu a retirada de crianças que reviram o lixão de Maceió em busca de sustento. Muitos moradores de uma favela que fica bem ao lado do lixão sobrevivem do que recolhem do lixo.
Um menino morreu no lixão da capital alagoana, depois de passar a noite trabalhando. Ele dormia em uma montanha de lixo e acabou atropelado por um trator. Segundo a Procuradoria Regional do Trabalho, a criança estava enrolada em um papelão quando foi atingida, na madrugada de quinta-feira passada (30). "Eu falava que era para ele não ir", lamenta a mãe.
Moradores da região dizem que, mesmo depois da tragédia, crianças continuam indo até o lixão. "Criança até de 6 anos, 7 anos. Dá para ver lá dentro trabalhando, os carros virando o lixo lá, o trator...É arriscado matar outro”, diz um morador.
O Conselho Tutelar afirma que fazia visitas ao lugar, mas que as crianças sempre acabavam voltando. "Eu acho que todo o sistema de garantia do direito da criança e do adolescente falhou", opina Arnaldo Capela, do Conselho Tutelar.
Na terça-feira (4), a procuradora do Trabalho Rosemeire Lôbo entrou com ação determinando que a Prefeitura de Maceió retire as crianças e adote medidas para evitar que elas voltem ao lixão. A prefeitura diz que é impossível controlar todas as áreas de acesso ao local.
MEIO AMBIENTE X LIXÕES
É uma forma inadequada de disposição final de resíduos sólidos, que se caracteriza pela simples descarga sobre o solo, sem medidas de proteção ao meio ambiente ou à saúde pública.
Os resíduos assim lançados a céu aberto acarretam problemas de saúde pública, como proliferação de vetores de doenças (moscas, mosquitos, baratas e ratos, etc.), geração de maus odores e principalmente, a poluição do solo e das águas superficiais e subterrâneas através do chorume (líquido de cor preta, mau cheiroso e de elevado potencial poluidor produzido pela decomposição da matéria orgânica contida no lixo), comprometendo os recursos hídricos. Em termos ambientais, os lixões agravam a poluição do ar, do solo e das águas e ainda provocam poluição visual. O chorume, que surge pela decomposição dos resíduos, acaba se infiltrando no solo causando sua poluição, devido á geração de líquidos percolados. Se ocorrer a contaminação do lençol freático, pela infiltração desses líquido, poderá resultar na poluição de poços alimentando endemias e desenvolvendo surtos epidêmicos. Acrescenta-se a esta situação o total descontrole quanto aos tipos de resíduos recebidos nestes locais, verificando-se até mesmo a disposição de dejetos originados dos serviços de saúde principalmente dos hospitais, como também das indústrias. Comumente ainda se associam aos lixões fatos altamente indesejáveis, como a presença de animais, e problemas sociais e econômicos com a existência de catadores, os quais retiram do lixo o seu sustento, e muitas vezes residindo no próprio local.
Portanto, muito tem sido discutido acerca da implantação de aterro sanitário consorciado com os municípios que compõem a região do cariri, principalmente do triângulo crajubar como as cidades de Crato, Juazeiro e Barbalha, uma vez que diminuiria os custos. Mas, infelizmente por ausência de políticas públicas voltadas para solução do problema, o destino que ainda é dado aos resíduos sólidos urbanos nessa região, é o conhecido LIXÃO.
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Autoridades ainda não avaliaram impactos ambientais.
Barreiras de contenção foram instaladas na área contaminada, diz CSN.
O Instituto estadual do Ambiente (Inea), órgão da Secretaria estadual do Ambiente do Rio de Janeiro, informou, na noite desta segunda-feira (3), que um vazamento de óleo de uma tubulação da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) atingiu o Rio Paraíba do Sul, na localidade de Pinheral, em Volta Redonda, na Região Sul Fluminense.
A CSN informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que uma equipe está no local monitorando a mancha de óleo. Segundo a companhia, barreiras de contenção foram instaladas para evitar que o material se espalhe. A CSN ainda não sabe o tipo de substância que vazou da tubulação.
O Inea foi informado sobre o acidente na tarde desta segunda, através de denúncias de moradores da região, porém, de acordo com o órgão, o vazamento teria começado no domingo (2).
Ainda de acordo com o Inea, uma equipe de Gerência de Qualidade da Água seguirá, na manhã desta terça (4), para Volta Redonda, para colher amostras de sedimentos e da água, a fim de identificar o tipo de substância que vazou no rio.
Captação de água mantida
Como não havia sinais de contaminação de mais gravidade, a captação de água do rio foi mantida. O presidente da Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae), Wagner Victer, informou que soube do vazamento na tarde desta segunda-feira, e que uma equipe vai acompanhar a situação junto com o Inea.
Segundo Victer, que a companhia tem um procedimento de emergência para ocorrência de vazamentos. Ele afirmou, ainda, que as captações estão sendo monitoradas e que, até o momento, não há comprometimento ou interrupção de abastecimento.
Até o fim da noite desta segunda-feira, a CSN ainda não havia identificado a origem do vazamento, nem dimensionado a quantidade vazada.
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