Vou contar uma pequena historia real pra vocês...
Era uma vez...
Uma andorinha foi atropelada enquanto voava baixo em uma rua. Sua condição era fatal...
Porém seu companheiro super amável, carinhoso e atencioso, vinha trazer comida a sua amada impossibilitada de voar... Com muita compaixão...
Ao retornar para trazer mais comida ficou chocado ao encontra-la imóvel, morta. Não acreditando tentou move-la, um esforço raramente visto entre andorinhas.
Depois de tanto tentar percebeu que sua amada está morta e que não voltará mais a voar ao seu lado. Desesperado ele chora... Chora a perda de um amor...
Desolado permaneceu ao seu lado sendo companheiro até nessa hora, desesperado, quem sabe até a espera de um milagre, a espera de que quem sabe ela acordasse, triste, triste...
Até que depois de muito chorar e gritar percebeu que seus murmuros não a faria voltar e permaneceu ao lado de seu corpo tristemente.
No EUA, Europa, e até mesmo na Índia, milhões de pessoas choraram ao ver essas fotos em um jornal. Dizem que o fotografo vendeu essas fotos por um valor nominal ao jornal mais famoso da França, o qual foi vendido todos os exemplares no mesmo dia em que as fotos foram publicadas.
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É hora de salvar o nosso mundo...
De 7 a 18 de dezembro de 2009, lideranças de todo o planeta estarão reunidas em Copenhague para firmar acordos mundiais sobre a grave ameaça das mudanças climáticas. É inquestionável que este problema já está em curso, com efeitos dramáticos e potencialmente catastróficos para todos nós.
Ainda é tempo de evitar o pior, mas é preciso agir imediatamente! A transição para uma economia de baixo carbono pode trazer grandes benefícios, mas isso depende de como agirmos agora.
O Brasil tem papel fundamental nessa luta, já que é um líder nas negociações internacionais, mas também um dos maiores emissores mundiais de gases do efeito estufa. Mas sua postura ainda é tímida quando se trata de assumir decisões firmes e ousadas para sanar o problema. Falha também ao não dar o exemplo, colocando em prática no país, todo o discurso que apresenta no exterior.
Por isso nós, abaixo-assinados, reivindicamos que - além de implementar as necessárias políticas nacionais - as autoridades brasileiras assumam JÁ o compromisso de defender ativamente no plano internacional o avanço para um acordo climático global que possa, no mínimo:
- Garantir que o aquecimento global ficará bem abaixo dos 2oC em relação à média histórica, estabelecendo metas e mecanismos para que, antes de 2020, comecem a decrescer as emissões globais de gases do efeito-estufa.
- Reduzir as emissões dos países desenvolvidos em pelo menos 45% até 2020, frente aos níveis de 1990.
- Estabelecer objetivos mensuráveis, verificáveis e reportáveis para redução substancial das emissões de países em desenvolvimento emergentes e em rápido crescimento econômico, viabilizados por medidas apropriadas a cada país.
- Apresentar medidas concretas de mecanismos e compromissos de aportes financeiros para apoiar países em desenvolvimento na estabilização e posterior redução de emissões, e na sua adaptação às mudanças climáticas.
- Aprovar a criação de soluções e mecanismos de REDD (Reduções de Emissões Associadas ao Desmatamento e à Degradação Florestal), justos e aplicáveis a curto prazo.
- Promover a sustentabilidade e dignidade do desenvolvimento humano e a integridade dos processos ecológicos, mediante a transformação da economia e o fortalecimento da democracia.
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Organize em sua cidade eventos e ações para contribuir com a Campanha Tic Tac Tic Tac. Divulgue sua iniciativa e receba sugestões e material de apoio. Escreva para contato@tictactictac.org.br descrevendo sua proposta. Não deixe de informar dia, hora, local e dados para contato.
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Cada uma dessas árvores artificiais, segundo os engenheiros, medirá cerca de 12 metros de altura, custará aproximadamente US$ 20 mil e poderá "engolir" o volume de gás emitido por até 20 automóveis. O carbono será depois removido, processado e armazenado em lugares adequados, como antigos poços de petróleo. "Em pouco tempo as árvores artificiais poderão ser produzidas em larga escala", diz Fox. Na verdade, apoio do governo britânico nessa direção parece que não faltará, pelo menos nos dias atuais. Já houve um tempo em que as autoridades relegavam a geoengenharia a um segundo plano na luta contra a poluição. Desde a semana passada, no entanto, ela ganhou outro status - o de mais nova arma contra o implacável CO2.
É já passou da hora de utilizarmos nossas tecnologias para tentar resolver o problema que nós mesmos criamos, tanta tecnologia, tanto desenvolvimento, e muita destruição. Por que não arrumar, ou pelo menos tentar, o estrago feito utilizando tudo aquilo que causou essa destruição, essse possível fim do mundo.
Essa geoengenharia veio com certeza para ficar, para revolucionar, para substituir todos os equipamentos que vem degradando em equipamentos autosustentáveis e que melhorem nosso ambiente!!!
fonte: http://www.terra.com.br/istoe
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