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Ação Consciência Verde

Boa tarde,

Gente recebi por email essa sugestão e julgo muito bom a idéia, na verdade ótima, da Universidade Veiga de Almeida, com  certeza tem todo o meu apoio.

E para quem ainda não faz uma faculdade, ou está prestando vestibular, ou pelo menos pensando, está aí uma ótima chance de unir o útil ao agradável, na verdade acho que é unir o útil ao útil... rsrsrs....

Mas não pode demorar muito porque é até o dia 31 de Julho.

BOA SORTE A TODOS OS VESTIBULANOS!




A Universidade Veiga de Almeida (UVA) lançou uma iniciativa pioneira no campo da educação: a Ação Consciência Verde. Com o objetivo principal de preservar o meio ambiente, cada inscrição para a prova do vestibular 2010 realizada pelo link http://bit.ly/conscienciaverde será gratuita e, ao comparecer a prova, o candidato terá sua inscrição revertida na recuperação de uma área de 1m² de Mata Atlântica.
Em parceria com o Instituto Terra (http://www.institutoterra.org.br/), a UVA quer ajudar a reflorestar um dos maiores símbolos verdes do Estado do Rio de Janeiro e fazer com que seus futuros alunos façam parte disso.

Para saber mais, acesse: http://bit.ly/converde.





As próximas provas do vestibular da UVA acontecem no dia 31 de julho nos Campi Tijuca e Barra e 1º de agosto no Campus Cabo Frio.





Universidade Veiga de Almeida,

entre as melhores do país.















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Desmatamento cai 75% no Brasil!

VIVAAAA!!!

Um estudo inédito do instituto britânico Chatham House comprovou que, na última década, houve uma queda significativa na exploração ilegal de madeira. Uma área de 17 milhões de hectares de floresta (equivalente ao Reino Unido) deixou de ser desmatada e pelo menos 1,2 bilhão de toneladas de gases estufa não foram lançadas. O Brasil registrou uma queda de 75%, intensificada nos últimos cinco anos com o combate às derrubadas e graças à modernização do sistema de transporte e comércio da madeira, seguindo as normas do Documento de Origem Florestal (DOF).
 
A redução da exploração ilegal teve reflexo direto no contrabando da matéria-prima. A importação de madeira ilegal pelos principais países consumidores caiu pelo menos 30%, segundo o relatório. Isso foi possível graças também a ações de governos, da sociedade civil e do setor privado. A combinação de políticas de combate ao desmatamento, como regras mais severas e exigências de certificação em mercados compradores, sustentam os resultados da pesquisa.
 
Foi analisada a cadeia produtiva da madeira ilegal em cinco países tropicais detentores de florestas (Brasil, Indonésia, Camarões, Malásia e Gana), nos consumidores (Estados Unidos, Japão, Reino Unido, França e Holanda) e na China e no Vietnã, que processam a madeira e fornecem produtos.
 
Alerta para o Brasil – Os pesquisadores apontam falhas no cumprimento das sanções para as infrações ocorridas na Amazônia, onde a derrubada ilegal ainda representa de 35% a 70% de todo o desmatamento. “No Brasil, por exemplo, apenas 2,5% das multas são recolhidas”, acrescenta o texto.

O relatório prevê que o combate à extração irregular e ao contrabando pode ser dificultado, pela multiplicação dos desmatamentos em menor escala e pelo crescimento da venda da madeira ilegal nos mercados internos dos países produtores.


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Participação dos Blogeiros!

Bom gente... Estou abrindo um espaço aqui para que vocês deixem algum post sobre o conteúdo que achar relevante e de interesse geral!

Pensem em um assunto, elaborem o post e mandem para o email sarahcrysthina@hotmail.com , com o Assunto: Post Inspiração Verde, coloquem o nome de vocês, o blog, e toda informação que julgar boa para a divulgação do blog de vocês.

Critério de seleção será:

  1. Importância
  2. Interesse
  3. Curiosidade
Isso promoverá assuntos diverssificado, pois somos diferentes e buscamos informações diferentes, e também vocês e seus blogs.

Serão selecionados primeiramente 5 posts e caso a demanda seja muito grande selecionarem mais.

Um abraço! Quem quizer pode mandar mais de um, só peço que mandem cada um em um email para não confundir.

OBS.: As postagens escolhidas ganharam um selo, que ainda encontra-se em elaboração


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A farra dos sacos plásticos - Diga NÃO a eles...

O Brasil é definitivamente o paraíso dos sacos plásticos. Todos os supermercados, farmácias e boa parte do comércio varejista embalam em saquinhos tudo o que passa pela caixa registradora. Não importa o tamanho do produto que se tenha à mão, aguarde a sua vez porque ele será embalado num saquinho plástico. O pior é que isso já foi incorporado na nossa rotina como algo normal, como se o destino de cada produto comprado fosse mesmo um saco plástico. Nossa dependência é tamanha, que quando ele não está disponível, costumamos reagir com reclamações indignadas.
Quem recusa a embalagem de plástico é considerado, no mínimo, exótico. A plasticomania vem tomando conta do planeta desde que o inglês Alexander Parkes inventou o primeiro plástico em 1862. O novo material sintético reduziu os custos dos comerciantes e incrementou a sanha consumista da civilização moderna. Mas os estragos causados pelo derrame indiscriminado de plásticos na natureza tornou o consumidor um colaborador passivo de um desastre ambiental de grandes proporções. Feitos de resina sintética originadas do petróleo, esses sacos não são biodegradáveis e levam séculos para se decompor na natureza. Usando a linguagem dos cientistas, esses saquinhos são feitos de cadeias moleculares inquebráveis, e é impossível definir com precisão quanto tempo levam para desaparecer no meio natural.
No caso específico das sacolas de supermercado, por exemplo, a matéria-prima é o plástico filme, produzido a partir de uma resina chamada polietileno de baixa densidade (PEBD). No Brasil são produzidas 210 mil toneladas anuais de plástico filme, que já representa 9,7% de todo o lixo do país. Abandonados em vazadouros, esses sacos plásticos impedem a passagem da água - retardando a decomposição dos materiais biodegradáveis - e dificultam a compactação dos detritos.
Essa realidade que tanto preocupa os ambientalistas no Brasil, já justificou mudanças importantes na legislação - e na cultura - de vários países europeus. Na Alemanha, por exemplo, a plasticomania deu lugar à sacolamania. Quem não anda com sua própria sacola a tiracolo para levar as compras é obrigado a pagar uma taxa extra pelo uso de sacos plásticos. O preço é salgado: o equivalente a sessenta centavos a unidade.
A guerra contra os sacos plásticos ganhou força em 1991, quando foi aprovada uma lei que obriga os produtores e distribuidores de embalagens a aceitar de volta e a reciclar seus produtos após o uso. E o que fizeram os empresários? Repassaram imediatamente os custos para o consumidor. Além de anti-ecológico, ficou bem mais caro usar sacos plásticos na Alemanha.
Na Irlanda, desde 1997 paga-se um imposto de nove centavos de libra irlandesa por cada saco plástico. A criação da taxa fez multiplicar o número de irlandeses indo às compras com suas próprias sacolas de pano, de palha, e mochilas. Em toda a Grã-Bretanha, a rede de supermercados CO-OP mobilizou a atenção dos consumidores com uma campanha original e ecológica: todas as lojas da rede terão seus produtos embalados em sacos plásticos 100% biodegradáveis. Até dezembro deste ano, pelo menos 2/3 de todos os saquinhos usados na rede serão feitos de um material que, segundo testes em laboratório, se decompõe dezoito meses depois de descartados. Com um detalhe interessante: se por acaso não houver contato com a água, o plástico se dissolve assim mesmo, porque serve de alimento para microorganismos encontrados na natureza.
Mau exemplo: lixão em SP recebe 250 toneladas por dia.
Não há desculpas para nós brasileiros não estarmos igualmente preocupados com a multiplicação indiscriminada de sacos plásticos na natureza. O país que sediou a Rio-92 (Conferência Mundial da ONU sobre Desenvolvimento e Meio Ambiente) e que tem uma das legislações ambientais mais avançadas do planeta, ainda não acordou para o problema do descarte de embalagens em geral, e dos sacos plásticos em particular.
É preciso declarar guerra contra a plasticomania e se rebelar contra a ausência de uma legislação específica para a gestão dos resíduos sólidos. Há muitos interesses em jogo. Qual é o seu?


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Nova arma a favor do clima e do meio ambiente - ÁRVORE ARTIFICIAL

Se o assunto é meio ambiente, é impossível que não se entre na questão da premência de se reduzir a emissão de dióxido de carbono na atmosfera. Esse gás, que atualmente não há quem não o conheça - é o tal do CO2 - , é um dos grandes vilões no agravamento do efeito estufa. Na semana passada, uma nova expressão ingressou no arsenal de projetos que se propõem a combatê-lo. Trata-se da geoengenharia aplicada, disciplina que desembarcou no universo dos ambientalistas vinda do Instituto Britânico de Engenheiros Mecânicos. "Basta de teoria. Pela primeira vez estamos analisando iniciativas práticas para arrumar o estrago que já fizemos no planeta", diz o engenheiro Tim Fox, um dos maiores especialistas da Inglaterra em meio ambiente.
"A geoengenharia pode nos proteger." Essa proteção se traduz no arrojado projeto de construção de árvores artificiais capazes de operar como uma espécie de "para- raios" de CO2 em locais onde haja grande concentração desse gás, sugando-o e retendoo em compartimentos especiais instalados em seu interior.
Cada uma dessas árvores artificiais, segundo os engenheiros, medirá cerca de 12 metros de altura, custará aproximadamente US$ 20 mil e poderá "engolir" o volume de gás emitido por até 20 automóveis. O carbono será depois removido, processado e armazenado em lugares adequados, como antigos poços de petróleo. "Em pouco tempo as árvores artificiais poderão ser produzidas em larga escala", diz Fox. Na verdade, apoio do governo britânico nessa direção parece que não faltará, pelo menos nos dias atuais. Já houve um tempo em que as autoridades relegavam a geoengenharia a um segundo plano na luta contra a poluição. Desde a semana passada, no entanto, ela ganhou outro status - o de mais nova arma contra o implacável CO2.

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É já passou da hora de utilizarmos nossas tecnologias para tentar resolver o problema que nós mesmos criamos, tanta tecnologia, tanto desenvolvimento, e muita destruição. Por que não arrumar, ou pelo menos tentar, o estrago feito utilizando tudo aquilo que causou essa destruição, essse possível fim do mundo.
Essa geoengenharia veio com certeza para ficar, para revolucionar, para substituir todos os equipamentos que vem degradando em equipamentos autosustentáveis e que melhorem nosso ambiente!!!

fonte: http://www.terra.com.br/istoe


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Eco Telhado


Já imaginou ter um jardim no lugar de seu telhado?

Pois saiba que a possibilidade de se ter um telhado vivo, ecologicamente correto já é uma realidade para os brasileiros que desejam ter um jardim na cobertura e ainda aumentar o conforto térmico e acústico da construção.

De rápida instalação e valor acessível, o Ecotelhado é um aperfeiçoamento dos telhados vegetados utilizados na Europa, Ásia e EUA há mais de 30 anos. O Ecotelhado é uma estrutura formada por um subtelhado convencional, que pode ser constituído de cerâmica, fibrocimento ou laje de concreto e revestidos pelas ecotelhas vegetadas. Cada módulo de pneu reciclado, restos de EVA e cimento mede 68 x 35 onde são cultivadas plantas que exigem pouco substrato e pouca irrigação. Antes da instalação das ecotelhas, o subtelhado é revestido por uma geomembrana muito forte que impede a passagem de umidade no telhado, assim como a entrada de insetos ou animais. São instaladas 4 ecotelhas por m2 e uma área de aproximadamente 150 m2 pode ficar pronta em apenas um dia de trabalho de 3 pessoas capacitadas.








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